
Temos tanto para descobrir, tanto para crescer.
E lapidar, e moldar, e curvarmo-nos diante da nossa própria carcaça até alcançar o chão.
E colar o rosto bem perto do solo.
E reverenciar.
E contemplar.
E agradecer.
Sem o direito de pedir perdão, sequer.
E amar.
E amar.
E só amar.
E quando ousados acreditarmos que já fizemos muito, recomeçar...
E voltar.
E a lição retomar.
E um dia, sem data, quem sabe, finalizar a missão de estarmos vivos.
Enquanto isso não acontece, vou seguir a busca para o crescimento."